INTRODUÇÃO

EE. "FRANCISCO CRISTIANO LIMA DE FREITAS"

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INTRODUÇÃO

 

Nossa proposta pedagógica visa, junto ao educando:

Desenvolvendo as capacidades:

 

APRENDER A CONHECER,

APRENDER A VIVER COM OS OUTROS,

APRENDER A FAZER,

APRENDER A SER

O papel da Escola:

A escola não cumpre seu papel a contento sem um projeto educativo que defina, entre outras coisas, valores coletivos assumidos por ela. Isso deverá transparecer no seu relacionamento com funcionários, alunos, pais e comunidade onde está inserida.

Conforme esses valores vão se tornando claros, todos os funcionários, e não apenas as equipe pedagógica, devem ser motivadas a segui-los.

Trabalhar numa escola implica estar comprometido com seu objetivo maior: educar.

O projeto educativo é um processo contínuo da escola, no qual professores, coodernadores e diretor discutem objetivos, conteúdos, estratégias, avaliação, etc.

O trabalho pedagógico em grupo, sistemático, cria entre a equipe escolar um clima de corresponsabilidade, um compromisso permanente com a qualidade do ensino. Só assim a escola terá condições de encontrar sua personalidade e cumprir seu papel: informar e formar.

A escola deve criar condições para que os alunos possam:

O Professor:

Ele continua a ser o responsável pelo ensino dos conteúdos, mas numa perspectiva mais ampla, que implica:

É papel do professor e da

escola auxiliar o aluno a desenvolver

capacidades, a superar limites,

a estabelecer relações de convívio social,

a construir e produzir conhecimentos.

Avaliação

Numa proposta que tem como objetivo desenvolver capacidades e não apenas dominar conteúdos, a avaliação assume outra função que não a costumeira medição.

Nos PCN a avaliação serve de indicador para orientar a prática educacional. Mostra ao professor quando é preciso realizar ajustes no processo educativo. Para tanto, ela não pode ser feita apenas em momentos específicos ou no final do ciclo escolar. A avaliação exige uma observação sistemática dos alunos para saber se eles estão aprendendo como estão aprendendo e em que condições ou atividades eles encontram maior ou menor dificuldade.

E essa avaliação não se refere apenas ao domínio de conteúdos específicos, mas também ao desenvolvimento das capacidades. Portanto, importa avaliar o aluno como um todo, nas diversas situações que envolvem aprendizagem: no relacionamento com os colegas, no empenho para solucionar problemas propostos, nos trabalhos escolares, nas brincadeiras, etc.

A avaliação inicial da classe ganha destaque nos PCN porque é ela que dará ao professor elementos para fazer seu planejamento, determinando os conteúdos e respectivo grau de aprofundamento.

Notas, conceitos, etc. não estão descartados. A escola precisa desses instrumentos para seus registros. O importante é que o aluno entenda como está sendo avaliado e que o resultado seja explicado e discutido com ele, e não apenas comunicado através de uma nota.

Outro aspecto fundamental é que nas atividades específicas de avaliação, uma prova por exemplo, fique claro para o aluno o que se pretende avaliar e sejam usadas situações semelhantes ás de aprendizagem.

A avaliação pode se tornar também um instrumento de aprendizagem. Estimular o aluno a fazer a auto-avaliação é uma forma de ele aprender a analisar seus trabalhos, desenvolvendo seu senso crítico e sua autonomia.

As propostas de avaliação dos PCN minimizam um dos piores problemas escolares, que é a reprovação, sempre associada ao fracasso. Professor e aluno terão tempo suficiente para detectar problemas e encontrar soluções antes de chegar a um resultado tão radical e negativo.

A reprovação será solução apenas para casos muito específicos.

A avaliação não é um castigo.

É, na verdade, um detector de aprendizagem.

Como ficam os conteúdos?

Os conteúdos referem-se e serão desenvolvidos: